
Quando se apaga a cintilação das estrelas e canta a cotovia
Quando a escuridão palpitante escorrega para o outro lado da terra
É preciso fazer as contas com as coisas concretas
Que nem sempre são agradáveis
O dia pertence ás coisas práticas
A noite ás ilusões
A noite fervilha de segurança
O dia é cheio de suspeitas.
Quando a escuridão palpitante escorrega para o outro lado da terra
É preciso fazer as contas com as coisas concretas
Que nem sempre são agradáveis
O dia pertence ás coisas práticas
A noite ás ilusões
A noite fervilha de segurança
O dia é cheio de suspeitas.
♣ Ąηηα ♣
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Ah Anna...
ResponderEliminarComo gosto de estar no meio de vocês.
Os poemas, as conversas...
Aprendo tanto & agradeço a Deus por minha amiga brava linda.
Beijos e eu te adoro, te amo, te gosto.
Fernanda!
O que seria do dia se não tivesse a noite e vice-versa? Nos polos temos o dia interminável e tambémn a continua noite - que estranho!
ResponderEliminarGosto do dia e da noite, do azul e do branco, e agradeço ao Criador estar aqui nesta romagem humana!
Viver é aprender, bem como resgatar.
A coruja a noite com seus olhos luminosos e as andorinhas de dia só colorem a natureza.
E a noite também serve para sonhar de olhos abertos; e sonhar não é iludir-se, mas viajar com pensamentos.
Gosto de ambas!
Um carinhoso abraço, amiga, do outro lado do Atlântico!
Como é bom ler-te :)
ResponderEliminarSaudades e beijinhos... :)
Qué bonita imagen Anna, y qué bellas palabras las que acompañan...bellísimo!
ResponderEliminarFeliz día cielo...otro besito de oro para ti.